Quarta-feira, 14 de Dezembro de 2011
Atraiçoada

O livro "Atraiçoada" está em festa. Tenho alguns exemplares para entrega imediata a preço reduzido, limitado ao stock existente .

Uma sugestão de oferta para este Natal.

 

Um livro sobre uma vida na Selva Amazonica Peruana no final do sec XX. Uma leitura viciante que cativa nas primeiras paginas, uma história extraordinaria e emocionante.

 

Podem ler alguns extractos assim como os varios comentarios, escolhendo na coluna de capitulos à esquerda.

 

 

Quem desejar aproveitar a campanha especial de Natal basta enviar um mail para kaiserine@sapo.pt 

 

 

 

 

 

Felizes Festas com presentes exclusivos para pessoas especiais.

 

 

 

 

 

 

 

 

 



publicado por Infiel às 16:20
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Domingo, 6 de Dezembro de 2009
Atraiçoada - entrevista

 

Mais uma entrevista, sobre o livro "Atraiçoada", desta vez na

 

http://www.sesimbratv.com/

 

no noticiario do dia 4 de Dezembro, no minuto 6.30 começa a entrevista

 

 

Aqui expresso o meu agradecimento a toda a equipa da Sesimbra TV e Filmaniac que, com todo o profissionalismo, dedicação e simpatia tornaram possivel o feito, destes minutos de divulgação do meu livro e a possibilidade de falar sobre ele

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O meu agradecimento e estima a todos os leitores, que me dão força e me fazem chegar a sua opinião

 

 

 

 

Namasté

 

 



publicado por Infiel às 00:44
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Sábado, 8 de Agosto de 2009
Atraiçoada na TV

 

ainda não fizeram o filme mas estamos no trilho correcto hehehehe

 

nunca tinha pensado que fosse tão rapido a divulgação deste livro

Ainda ha uns meses pensava, como iria conseguir capital para publicar o livro e, de repente convidam-me para o publicar on line e em papel, com um minimo de investimento e, logo a seguir um convite para o divulgar no meio de comunicação social mais poderoso e eficiente

tive o meu momento de gloria, puro êxtase e climax emocional ao ver a capa em grande plano na caixinha magica

 

a simpatia, interesse e curiosidade da assistência deixou-me babada

 

se bem que o programa não tivesse sido como dito no convite, atingiu o objectivo: divulgar o "Atraiçoada"

 

ao contrario do que se possa pensar, não é um livro de cartas de desamor ou raiva, ele conta as peripecias e todos os estagios que uma mulher passa quando sente e sabe que o seu mundo está em colapso

 

todo este processo emocional tem como pano de fundo o facto de viverem na Amazonia e todas as aventuras que acontecem que, superam os limites da resistência humana aliada à tentativa de terem uma quinta de produção leiteira a funcionar

 

a ideia de trocarem a Europa por uma quinta no meio da Amazonia seria fantastica se, não houvesse um terceiro elemento na relação

o casamento é o nosso mundo e quando ele é abalado tudo se transforma

 

é um livro que foi escrito para não esquecer o que se passou naqueles 6 anos no Inferno

 esperando que hajam menos mulheres a passarem pelo processo de expiação por actos não cometidos

 

 

 

 

 

 

 

 

 



publicado por Infiel às 00:39
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Domingo, 5 de Julho de 2009
boas e frescas

 

 

e se vos disser que a publicação está para breve?????!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


: na expectativa

publicado por Infiel às 21:41
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Sexta-feira, 22 de Maio de 2009
XVI - O recital 1.b

 

 

O Madison Internacional, era um pavilhão de cimento com um palco irrisório, onde tocavam musica popular sul americana. Haviam mesas espalhadas à volta de um recinto onde se deveria dançar. O espaço era desprovido de qualquer decoração. A assistência, nas suas melhores roupas, preocupava-se em saber quem ia entrando.
*
Haviam diversos casais, de idades diferentes, como era costume ver-se naquela cidade. Mulheres de 60 com jovens de 20 e, vice-versa. Algumas familias completas de 3 gerações e, pouco mais. Uma câmara de televisão gravava o evento.
 
A Christina, Cris para os amigos era uma jovem de cabelos longos e negros, baixa mas magra. O gosto da poesia vinha-lhe da mãe que, aos 40 anos tinha decidido estudar jornalismo. A familia tinha 2 horas semanais no canal de televisão local onde, Cris era a apresentadora, o irmão o camera-man e misturava o som, o estudio era a sala da casa onde viviam. Era uma pessoa importante na cidade. Todos a conheciam. Todos os eventos sociais a Cris era a primeira pessoa a ser convidada para ser a apresentadora. Era bonita e espirituosa, sabia falar e, cativava os ouvintes.
Nessa noite estava com um vestido de noite vermelho, que lhe acentuava as formas fisicas e declamou, declamou versos de amor, de sexo e poemas sobre a mulher. Por cada tema, mudava de vestido, deixando a assistência satisfeita e maravilhada. Declamou versos do pai e de autores Peruanos conhecidos. Enfim, uma noite de cultura na Selva Amazónica Peruana em que a poesia era entretida com música popular latino-americana.
*
Era uma da manhã, a poesia acabara, a música continuava. Não lhe apetecia dançar, também não tinha com quem! O seu Kaiser continuava no carro, assustando quem se aproximava. Antes de se meter à estrada, pensou em ver se a outra estava na discoteca. Estava obsecada, sabia. Mas, tinha de saber onde ela estava!
*

 

 

 



publicado por Infiel às 20:24
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Quinta-feira, 7 de Agosto de 2008
XVI - O recital

 

 

 

 

 
Já estavam em Junho de 1999, o calor continuava se bem que, oficialmente fosse Inverno, mas como era a estação seca chamavam-lhe Verão. As temperaturas continuavam a subir aos 40ºC.
*
Uma noite, por volta das 4 da manhã, despertou, mas, não era do ar abafado. Estavam a chamar por ela. A voz era do exterior, forte, profunda e aflita. Sem saber muito bem onde estava, escutou. Tentava tomar consciência de quem a chamava.
Não conhecia a voz. Levantou-se. Era escuro. Vislumbrou a luz do estábulo, Ricardo estava trabalhando. Abriu a porta e, mais uma vez escutou o seu nome. A voz vinha do estábulo, só podia ser Ricardo. Teria acontecido algo?.
Mas, ela não a chamava pelo nome, costumava chamá-la senhora ou senhorita. Ainda meio adormecida caminhou até à varanda. Escutou. Mais uma vez a chamavam. Tentava despertar, identificar a voz.
 
 
 
 


publicado por Infiel às 20:22
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Quarta-feira, 6 de Agosto de 2008
XV - Inverno de 98 1.n

 

 

 

 

 

 

 

 

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obrigado

 

 

 

 



publicado por Infiel às 16:58
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Terça-feira, 22 de Julho de 2008
assassina!

 

 

Caminhava em direcção ao estábulo, sem planos.
Queria ir atrás dele, mas não tinha dinheiro para o colectivo! O relógio do estábulo marcava 12.00. Deu-lhe mais 15 minutos, ele tinha saído às 9. Dava-lhe tempo para ir à cidade, estar 1 hora com a outra e, voltar! Os minutos passavam, pareciam horas. Nada!
*
Trepou as traves da parede, espreitava, tentando ver a curva da estrada. Nada! Desce e busca outro angulo da estrada. Nada! Mais 30 minutos e nada! 
*
A sua cabeça imaginava tudo e nada, tinha raiva de si mesma, dele, da sua vida, de tudo. Começou a disparar.
 
 
 
 


publicado por Infiel às 13:44
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Domingo, 13 de Julho de 2008
XV - Inverno de 98 1.j

 

 

 

 

 

 

 

 

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obrigado

 

 

 

 

 



publicado por Infiel às 13:02
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Quinta-feira, 3 de Julho de 2008
XV - Inverno de 98 1.i

 

 

 

 

 

 

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publicado por Infiel às 11:49
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XV - Inverno de 98 1.h

 

 

 

 

 

 

Nem um mês depois de ter saído, voltou! Sem arrependimento, sem explicações. – “Esta também é a minha casa. Fui eu que trabalhei para pôr isto a funcionar. Não sei por que tenho de sair. Aqui é onde eu gosto de estar, na cidade não consigo dormir, a água não presta, só há mosquitos. Estou farto de fazer o que essa mulher quer, ter a minha vida a mando de uma mulher! Uma mentirosa e trepaceira!!!”
Ficou de boca aberta. Ele ia voltar. Assim? O D. Tito tinha razão? Não havia arrependimento, não havia lágrimas, só orgulho!
*
Mas no dia seguinte foi embora! 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
*
*


publicado por Infiel às 00:36
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Quarta-feira, 2 de Julho de 2008
XV - Inverno de 98 1.g

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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obrigado
 
 


publicado por Infiel às 11:42
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Sexta-feira, 27 de Junho de 2008
XV - Inverno de 98 1.f

 

 

 

 

 

 

 

 

Uma manhã desperta com uma ideia que põe em pratica dias depois.
Ela consegue convencer o marido a deixar-lhe o jeep. Deixa os calções e t-shirt e escolhe um vestido de Verão que tinha comprado em Portugal e que raramente vestia. Era comprido de alças e largo, de cor azul com flores pequeninas que lhe dá um ar de mulher madura e estrangeira, escolhe umas sandálias de salto e vai à escola onde a outra estudava.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


publicado por Infiel às 03:19
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